Buscar

A GRIPE ESPANHOLA DE 1918 EM LAGOA VERMELHA

Atualizado: Abr 17

Em Lagoa Vermelha (RS), conforme mostram os registros, a gripe atacou o município mais fortemente em outubro, novembro e dezembro de 1918.



“LAGOA VERMELHA, 22 - Está em completo declínio a influenza espanhola neste município, tendo sido raros os casos fatais”, publicou o jornal A Federação, de Porto Alegre, em sua edição de 23 de dezembro de 1918. Trata-se de um dos registros sobre a ocorrência da epidemia no nosso município. Lagoa Vermelha foi, à época, também invadida pela gripe que matou, a partir dos primeiros meses de 1918, milhões de pessoas no mundo.


Em meados de agosto de 1918, com a Europa atravessando os últimos meses da Primeira Guerra Mundial, uma segunda onda da epidemia gripal, desta vez muito mais letal que aquela registrada no início do ano, começou a disseminar-se e um mês após, em outubro, ela já havia afetado todos os continentes (ABRÃO, 1998). No Brasil ela chegou em setembro a bordo da tripulação e passageiros do navio Demerara, de bandeira inglesa, que atracou em Recife, Salvador e Rio de Janeiro (ABRÃO, 1998).


No Rio Grande do Sul a peste chegou numa quarta-feira, 09 de outubro de 1918, através do porto de Rio Grande, e após, em 23 de outubro, pela Estação Ferroviária de Marcelino Ramos. Borges de Medeiros, o Presidente do estado, assim resumiu a chegada da doença:


A invasão da terrível epidemia verificou-se em outubro, primeiro pelo porto do Rio Grande, logo depois pela estação ferroviária de Marcelino Ramos, e a sua ação devastadora se fez sentir, na capital e no interior, com maior intensidade, durante o mês de novembro. (BORGES DE MEDEIROS, 1919, p. 13)

A gripe atingiu, em maior ou menor intensidade, todos os municípios gaúchos. Em 1918, segundo a estatística oficial, Lagoa Vermelha era um município com população calculada de 25.500 e uma extensão de 6.700 km2, cinco vezes maior que o tamanho atual do município (ALVES, 1919). Seus principais povoados, segundo o governo de Borges de Medeiros, eram Sananduva, Protásio Alves, Cacique Doble, Forquilha, Três Pinheiros, Barracão e Clemente Argolo.


Município de grande extensão, a maior parte da população morava em seus nove Distritos e na zona rural. Na Vila, que hoje poderíamos considerar como sendo a cidade ou sede do município, moravam apenas 1.200 pessoas, ou seja, 4.7% do total da população de Lagoa Vermelha em 1918. Em termos comparativos, Vacaria também possuía em sua sede 1.200 pessoas, Caxias do Sul 4.500, Passo Fundo 7.600 e Porto Alegre 163.500. Com 192 edificações urbanas, a Vila de Lagoa Vermelha possuía uma densidade de 6,3, ou seja, mais de 6 pessoas moravam em um mesmo domicílio (ALVES, 1919).

Os registros indicam que a Vila de Lagoa Vermelha fora fortemente atacada pela gripe espanhola. Sabemos disso devido a um pastor luterano de nome Rodolpho Hasse que chegou em missão a Lagoa Vermelha no momento em que a influenza se espalhava pelos municípios do Rio Grande do Sul e atingia nossa Lagoa. Karnopp (2018), que escreveu o impactante livro sobre a presença dos luteranos em Lagoa Vermelha, e o conflito daí surgido com a Igreja Católica de 1918 a 1928, destaca que o Pastor Hasse chegou com sua família na Vila no dia 30 de outubro de 1918, bem no meio da epidemia.


Hasse foi, segundo Karnopp (2018, p. 26), o “primeiro pastor que falava fluentemente a língua portuguesa”, e deixou informações preciosas sobre a espanhola em artigo na revista Mensageiro Luterano e em carta enviada ao pastor luterano responsável pela missão em Erechim.


“Logo que aqui cheguei”, diz o pastor Hasse (1919, p. 11), “também Deus preparou-me o campo com a “hespanhola”, para que pudesse trabalhar com mais sucesso”, salientando ainda que “muitos já aguardavam o leito, agredidos pela moléstia” e outros lagoenses “pavorisados pela mesma, não abandonavam os seus lares; e ao cabo de poucos dias não havia quase casa, onde a miséria e angústia não reinava”.

A partir do relato do religioso luterano, que chegou à Vila de Lagoa Vermelha no fim de outubro, pode-se dizer que a epidemia, no início de novembro de 1918, já havia se alastrado aos moradores da vila, não se sabendo precisar qual o número de contaminados. O relato de Hasse, no entanto, é dramático, como se toda a Vila tivesse de alguma forma se contaminado, seja pela doença, seja pelo pavor de ser infectado e morto pelo vírus.


Os cultos da igreja luterana foram suspensos na cidade por 4 semanas e o Pastor Hasse então iniciou “a nobre tarefa de visitar os enfermos desde a manhã até a alta noite”, já que ele e sua família foram poupados pelo “bom Deus” daquela “terrível epidemia”, não sendo contaminados (HASSE, 1919, p. 11). O “serviço divino habitual” foi retomado a partir do dia 15 de dezembro, concluindo-se que os cultos foram suspensos a partir da segunda quinzena de novembro.


Em carta escrita à mão a 30 de novembro de 1918 pelo pastor Hasse e endereçada ao colega pastor John Busch responsável pela assistência dos luteranos de Erechim, o religioso detalha a situação da Vila de Lagoa Vermelha em meio à epidemia.


Aqui [a influenza espanhola] invadiu quase todas as casas, visto por vezes que não ficou uma só pessoa de pé para cuidar os doentes; mas casos de morte ainda não houve; todos médicos estão atacados de maneiras que cada qual deve procurar seus próprios meios.

Esse trecho da missiva, que foi gentilmente cedida pelo Instituto Histórico da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, revela outros aspectos importantes sobre o ataque da gripe na sede do município de Lagoa Vermelha. Em primeiro lugar, que ela atingiu boa parte dos domicílios, em segundo que a doença acometia vários membros de uma mesma família, quando não a família inteira, por terceiro que os médicos também adoeceram, o que não permitiu um tratamento mais adequado da população e, por fim, que óbitos ainda não haviam ocorrido em 30 de novembro, data da redação da carta. O Pastor Hasse e sua família teriam sido um exemplo raro de habitantes da Vila que não adoeceram.

Os registros do jornal A Federação, órgão do Partido Republicano Riograndense, agremiação que dominava toda a política estadual e também municipal de Lagoa Vermelha, curiosamente mostram que o município não parou todas as suas atividades em função da epidemia.


No sábado, 09 de novembro, o impresso noticiava que o Conselho Municipal, que hoje equivaleria a nossa Câmara de Vereadores, presidido por Paulino Alves Pereira, Capitão da Guarda Nacional, havia instalado seus trabalhos para “elaboração orçamento receita despesa 1919, tomando conhecimento relatório intendente exercício 1917 e 1918 até setembro” (A FEDERAÇÃO, 11-11-1919).


O cargo de intendente, que hoje equivale ao de Prefeito Municipal, era ocupado à época pelo Coronel Maximiliano de Almeida que havia sido eleito pelo Partido Republicano Riograndense em 1912 e reeleito em 1916 para governar até 1920 (DIAS DE MORAES, 1987). Chama atenção que o Coronel Maxi foi padrinho de um casamento realizado na segunda-feira, dia 25 de novembro de 1918, entre o Capitão Pedro Pimentel e Alayde Nunes, que era filha do Tenente-coronel João Lúcio Nunes, que fora em 1889 eleito o primeiro presidente do Club Republicano da Lagoa Vermelha (A FEDERAÇÃO, 27-11-1918). Não há maiores detalhes sobre esse acontecimento ou se houve uma festa; a notícia de A Federação trata como um “ato” que também foi paraninfado pelo Tenente Gabriel Tigre.


Conforme já mencionamos anteriormente no artigo, mais de 90% da população de Lagoa Vermelha não morava na Vila, mas sim em outros distritos e colônias italianas. Toda essa população era assistida espiritualmente pela Igreja Católica através dos frades capuchinhos. Em 1918 nenhum padre católico morava na Vila de Lagoa Vermelha.


Frei José Cherubini era, desde o ano de 1915, o Vigário, porém residia em Sananduva, a próspera colônia italiana distante 50 km da sede do município (BARBOSA, 1981). A Vila, portanto, encontrava-se grandemente desassistida de serviço religioso católico já que o Vigário não morava nela e junto com seus freis cooperadores precisava atender outras capelas. Esse desleixo com a Vila por parte da Igreja Católica foi um dos principais fatores que levaram à introdução dos luteranos em Lagoa em 1918 (KARNOPP, 2019).


Gentil de Giacomel foi um dos religiosos católicos que testemunhou a gripe espanhola na grande Lagoa Vermelha. O Frei possuía residência em Sananduva e era vigário cooperador da Paróquia de Lagoa Vermelha. Sua missão era atender localidades da região Nordeste do estado, cujos territórios pertenciam ao município de Lagoa Vermelha. O frade narra que em outubro de 1918 “rebentou também em Sananduva a famosa Espanhola”, numa referência direta à gripe (FREI GENTIL apud COSTA & DE BONI, 1996, p. 301). Mesmo que não estivesse se sentindo muito bem, conta ele: “lancei-me em uma viagem de um mês, sempre pela colônia italiana”.


Nessa viagem, Frei Gentil permaneceu por dois dias na Linha Lajeado Urtiga, hoje município de São João da Urtiga, “em grande parte de cama, com febre”. Após foi a Lajeado Bonito onde ficou por três dias, segundo ele, “apenas rezando a missa e permanecendo depois na cama”. Ele narra que desejava retornar a Sananduva em função de sua doença, porém observou uma melhora em sua saúde e partiu para Paim Filho, depois a São José [do Ouro]. “Caminhava sempre e trabalhava, mas com febre relativamente alta”, rememora o capuchinho que deu nome ao atual município de Gentil. Ele retornaria a Paim Filho, em 27 de outubro de 1918, bem no meio da epidemia, para inaugurar a igreja do povoado.


No meio de sua viagem o Frei Gentil recebeu de “um moreno”, em São José, uma “carta episcopal” que o “encarregava de Getúlio Vargas”. Ele deveria assumir, pois, a igreja de Getúlio, que à época pertencia ao município de Erechim. Ele conta que permaneceu apenas mais um dia em Cacique Doble e retornou a Sananduva.


Cheguei mais morto do que vivo. Meu superior percebeu de imediato que havia contraído a febre espanhola, mas nem mesmo ele suspeitava, porque o bispo pedia que fosse imediatamente tomar posse da nova paróquia [a de Getúlio Vargas]. (FREI GENTIL apud COSTA & DE BONI, 1996, p. 301)

A febre, por diversas vezes mencionada pelo Frei Gentil, era um dos sintomas da gripe espanhola. Em uma circular enviada a todos os intendentes municipais, em 1 de novembro de 1918, Protásio Alves, médico renomado, vice-presidente do Rio Grande do Sul e Secretário do Interior do presidente Borges de Medeiros, destacava que outros sintomas da moléstia seriam a tosse quando atacasse o aparelho respiratório e vômito e diarréia quando o aparelho digestivo fosse o prejudicado. “No começo tem a aparência de forte resfriamento vulgar”, escreveu Protásio Alves.


Ele também deu as seguintes instruções sobre “a moléstia eminentemente contagiosa”:


A pessoa que sentir-se acometida da moléstia deve recolher-se ao leito, agasalhar-se sem excesso, e sobretudo facilitar a renovação constante do ar do aposento. A resistência orgânica é a melhor defesa contra o gérmen da moléstia. Para isso é necessário que o ar respirado seja o mais puro, livre de confinação. (A FEDERAÇÃO, 01-11-1918)

Em um quadro clínico mais agudo, “quando a temperatura se elevar muito e as dores forem intensas”, Dr. Protásio Alves recomendava o uso “3 vezes ao dia” de uma “cápsula” formada por quinino, pyramidon, cafeína e benzoato de sódio. E, “quando terminada a moléstia, convém desinfectar roupas e objetos que tenham servido aos doentes” (A FEDERAÇÃO, 01-11-1918).


O capuchinho Pedro Aleixo Polesso foi outro religioso que testemunhou a epidemia nos povoados pertencentes a Lagoa Vermelha. A 8 de dezembro de 1918 o Frei chegou a Sananduva para ser o vigário cooperador e “a gripe espanhola estava grassando pavorosamente” (FREI PEDRO ALEIXO apud COSTA & DE BONI, 1996, p. 303).

Ele conta que “em dois dias e três noites” visitou “13 doentes, sempre no lombo do cavalo” e que “na terceira noite, foi-me impossível resistir ao sono”, caindo do cavalo e sendo “obrigado dormir algumas horas num capão”. As solicitações dos doentes para visitar eram muitas, bem acima da capacidade de atendimento dos religiosos disponíveis. Frei Pedro Aleixo destacava que, além de cuidar de Sananduva, “devia ajudar também o pároco de Lagoa Vermelha e o de Getúlio Vargas”.


O capuchinho sublinhou em suas memórias que no povoado chamado sede Teixeira, que hoje é o município de Tapejara, “famílias inteiras foram acabadas pela febre espanhola”. Reforça, no entanto, que mesmo uma doença perigosa, “na colônia italiana poucas foram as vítimas da Espanhola” e que semanas após sua chegada como frade a Sananduva, em dezembro de 1918, “os padres começaram a exercer regularmente o sagrado ministério com grande proveito para as almas” (FREI PEDRO ALEIXO apud COSTA & DE BONI, 1996, p. 303).


Antes da chegada de Frei Pedro Aleixo já havia sido registrado um óbito por gripe espanhola na colônia de Sananduva. Uma nota do jornal Staffetta Riograndense, que era publicano em italiano, informou que “em 24 de novembro, toda a Sananduva estava de luto” pela morte de Amilcare Vecchi (STAFFETTA, 05-12-1918, p. 2). Segundo o impresso, “a influenza espanhola levou [de Sananduva] um de seus homens mais estimados e influentes, seu subdelegado de polícia imparcial e justo”. Vecchi era, ainda, comerciante e agente consular da colônia italiana e, como todo bom colono, “cristão praticante”.


O subdelegado “sofreu 5 dias” e “sua alma morreu em paz no domingo, 24 de novembro, às 5 e meia da manhã”. Sabendo que iria perecer pela peste, “ele próprio chamou o Padre para confessar e receber a extrema-unção”. A Staffetta ainda diz que “à noite, às seis e meia, ele foi levado para sua última casa, acompanhado solenemente por quase toda a cidade”. Interessante esse ponto, já que indica não ter havido velório e ao mesmo tempo ter existido suposta aglomeração de pessoas em cortejo para seu sepultamento, o que é temerário em tempos de epidemia. Vecchi era casado e possuía filhos.


Uma outra edição da Staffetta, datada dos primeiros dias de janeiro de 1919, registrava mais uma morte em Sananduva. Tratava-se de um jovem de nome Angelo Brunetto que havia falecido por gripe espanhola em 8 de dezembro de 1918 aos vinte anos de idade (STAFFETTA, 09-01-1919).


É interessante notar que em minhas pesquisas não encontrei registro de óbito na Vila de Lagoa Vermelha. Em janeiro de 1919 o jornal Staffetta publicou um relato assinado por “Juca Lagoense”, pseudônimo de algum morador. O autor diz que a espanhola atacou Lagoa, mas que “seu sorriso aterrorizante não foi tão ruim” e que “o benefício foi todo para farmacêuticos e fabricantes de guarda-chuvas” (STAFFETTA, 09-01-1919). E o narrador conclui: “Tivemos muita sorte com a espanhola”.


As estatísticas de óbitos em todo o vasto território do município de Lagoa Vermelha, no entanto, mostram um crescimento em relação ao ano anterior. Em 1917 foram registrados 221 mortes, sendo que em 1918 esse número foi maior e atingiu 250 falecimentos. A variação superou os 10% no número de mortos.

O próprio Dr. Protásio Alves, em seu relatório sobre o Rio Grande do Sul em 1918, ao diagnosticar o crescimento do número de óbitos, concluiu que “a agravação da mortalidade geral em 1918, é fora de toda dúvida, que a sua principal causa foi a gripe ou influenza espanhola, que, extremamente contagiosa, como foi, alastrou-se rapidamente por todo o Estado, nos últimos três meses do ano” (ALVES, 1919). Ainda segundo as estatísticas oficiais, 90% de todas as mortes em 1918 ocorreram no domicílio dos doentes e não em casas de saúde. À época, portanto, era muito comum que as pessoas morressem em suas casas, aos cuidados de suas famílias muito em função da fragilidade do sistema público e privado de saúde.


Em todo mundo estima-se que a influenza espanhola tenha vitimado 20 milhões de pessoas, cerca de 1.5% da população. O fim da epidemia ocorreu em janeiro de 1919, mês que marca o óbito de Rodrigues Alves, Presidente da República.

Em Lagoa Vermelha, conforme mostramos ao longo do artigo, a gripe atacou o município mais fortemente em outubro, novembro e dezembro. Às vésperas do Natal de 1918 ela já estava “em completo declínio” no município, conforme relatava a edição do jornal A Federação de 23 de dezembro. O medo da morte já havia passado, tanto que veterinários, em meados de dezembro, já faziam “excursão pelo município, vacinando o gado contra carbúnculo hemático”, uma zoonose mortal, também chamada de “febre esplêndida”, em companhia do intendente Maximiliano de Almeida, ele próprio um pecuarista. Lagoa, enfim, havia sobrevivido à gripe espanhola.


Referências

ABRÃO, Janete. Banalização da morte na cidade calada: a hespanhola em Porto Alegre, 1918. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1998.

ALVES, Protásio. Relatório apresentado ao Exmo. Sr. Dr. A. A. Borges de Medeiros Presidente do estado do Rio Grande do Sul em 30 de agosto de 1919. Porto Alegre: Oficinas gráficas d`A Federação, 1919, Volume I.

BARBOSA, Fidélis Dalcin. Nova História de Lagoa Vermelha. Porto Alegre: EST, 1981.

BORGES DE MEDEIROS, Antonio Augusto. Mensagem e proposta de orçamento enviadas à Assembleia dos Representantes do Estado do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Oficinas gráficas d`A Federação, 1919

COSTA, Rovílio; DE BONI, Luís Alberto. Os capuchinhos do Rio Grande do Sul. Porto Alegre/Caxias do Sul: EST, 1996.

DIAS DE MORAES, Demétrio. Os intendentes. Jornal Gazeta Popular. Lagoa Vermelha - RS, Sábado, 17 de outubro de 1987.

REVISTA MENSAGEIRO LUTHERANO. Edição de 01 de fevereiro de 1919, ano 2, n.3.

JORNAL A FEDERAÇÃO. Porto Alegre. Edição do dia 11-11-1919.

JORNAL A FEDERAÇÃO. Porto Alegre. Edição do dia 23-12-1918.

JORNAL A FEDERAÇÃO. Porto Alegre. Edição do dia 27-11-1918.

JORNAL A FEDERAÇÃO. Porto Alegre. Edição do dia 01-11-1918.

JORNAL STAFFETTA RIOGRANDENSE. Vila de Garibaldi. Edição do dia 05-12-1918.

JORNAL STAFFETTA RIOGRANDENSE. Vila de Garibaldi. Edição do dia 09-01-1918.

JORNAL STAFFETTA RIOGRANDENSE. Vila de Garibaldi. Edição do dia 05-12-1918.

JORNAL STAFFETTA RIOGRANDENSE. Vila de Garibaldi. Edição do dia 09-01-1918.

KARNOPP, 2019. Luteranos em Lagoa Vermelha: um século de esperanças. Passo Fundo: Souzagraf, 2018.


Como citar esse artigo:

DAMIN, Cláudio Junior. A gripe espanhola de 1918 em Lagoa Vermelha. Projeto Lagoa Vermelha Histórica, 15-04-2020. Disponível em www.lagoahistorica.com.br/post/a-gripe-espanhola-de-1918-em-lagoa-vermelha.


1,499 visualizações

© 2020 Projeto Lagoa Vermelha Histórica