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"1.100 ALMAS, TIGRES, LEÕES E ÁGUA PURÍSSIMA": A LAGOA VERMELHA EM 1900

Hildebrando Fão, advogado e militar republicano, descreveu em 1900 uma Lagoa Vermelha que em boa medida já que não existe mais



Em 1900, nos umbrais do século XX, Lagoa Vermelha completava 19 anos de sua emancipação definitiva de Vacaria ocorrida no ano de 1881. Lá se vão 120 anos de história desde então, e 139 da transformação da velha freguesia de São Paulo da Lagoa Vermelha em município do Rio Grande do Sul.


Município antigo, é sempre um desafio escrever sobre a Lagoa Vermelha dos primeiros tempos. Não há mais testemunhas vivas do velho passado, restando aos pesquisadores buscar subsídios em materiais já publicados. E é a partir de um texto produzido por Hildebrando do Amaral Fão na edição de 1901 do “Almanak Litterario e Estatístico do Rio Grande do Sul” que conseguimos revelar como era o nosso município no ano de 1900. O texto é reproduzido em sua íntegra ao final deste artigo.


Quem foi Hildebrando Fão

Hildebrando Fão foi um dos primeiros profissionais a exercer a advocacia no foro de Lagoa Vermelha, além de pertencer aos quadros militares da Guarda Nacional. Os registros históricos encontrados nas edições do jornal A Federação indicam que ele foi, na década de 1880, vereador no município de São Sepé e em 1885 foi nomeado delegado de polícia e inspetor escolar na mesma localidade.


No ano de 1890 ele aparece identificado como “advogado da Vacaria”. Em outubro de 1891 subscreve, na qualidade de “tenente-coronel” da Guarda Nacional, uma carta em homenagem ao Dr. Epaminondas Brazileiro Ferreira, por muitos anos juiz de Direito na Vacaria. Em 1893, o ano de início da Revolução Federalista, ele permanecia no município.

Hildebrando Fão escreve seu texto sobre Lagoa Vermelha em março de 1900, de modo que podemos assinalar que se transferiu para o território lagoense no final da década de 1890. O primeiro registro público do militar e advogado em Lagoa Vermelha data de 30/06/1904 quando o jornal A Federação dá conta da participação do “inteligente advogado deste foro Hildebrando do Amaral Fão” em homenagem ao coronel Cândido Dias de Carvalho Guimarães, “presidente do conselho escolar”. O evento ocorreu na casa de um chefe do Partido Republicano de Lagoa, o que indica sua proximidade com os republicanos, facção política que dominou a política rio-grandense durante toda a República Velha.


Hildebrando Fão fazia parte da elite do Partido Republicano de Lagoa Vermelha. Em março de 1906, por exemplo, foi um dos principais oradores na fundação do “Club Republicano Heleodoro Branco”, organização que levava o nome do intendente lagoense de então e que aglutinava os filiados à agremiação. Hildebrando é citado como “coronel” e “advogado”, tendo posições, portanto, na esfera civil e militar. No mês seguinte é nomeado vice-presidente do Conselho Escolar do município, relembrando que ele já havia sido inspetor escolar em São Sepé.


Afora esses pontos de sua biografia, Hildebrando Fão restou historicamente conhecido como o redator do primeiro jornal a circular em Lagoa Vermelha. O jornal A Federação de janeiro de 1910 assim noticiava o surgimento do semanário:



A 1o do corrente apareceu o número inicial do primeiro jornal publicado na Lagoa Vermelha. Intitula-se Íris, é órgão republicano e aparece semanalmente, tendo como redator o nosso correligionário tenente-coronel Hildebrando Fão. É seu proprietário e gerente o nosso correligionário Lydio Oliveira. (A FEDERAÇÃO, 15-01-1910)

O Íris era um jornal a serviço do partido republicano local, como se fosse o veículo oficial de imprensa do intendente Heleodoro de Moraes Branco e do grupo dirigente da cidade. Era comum, a essa época, que municípios gaúchos, todos eles dominados por elites políticas republicanas, criassem seus próprios jornais locais. Tratava-se de mais um esforço de penetração dos valores do Partido Republicano na vida das comunidades gaúchas.


Além de reconhecido orador como advogado e oficial da Guarda Nacional, Hildebrando Fão era um homem de letras, e foi o republicano de Lagoa designado para enviar um resumo do município em 1900 em seus múltiplos aspectos a ser publicado no Almanak. Seu texto, conforme ver-se-á mais à frente, é revelador de uma Lagoa que já não existe mais.


Em 1915, em um último registro encontrado, consta que Hildebrando Fão havia se mudado para o município de Alfredo Chaves, antiga colônia italiana de Lagoa Vermelha e atualmente Veranópolis. Seguiu atuando na advocacia e permaneceu membro ativo do Partido Republicano.


Como ele descreve Lagoa?

A Lagoa Vermelha de 1900, descrita por Hildebrando Fão, é um município enorme, com quase 9.000 km² de extensão e que até então havia perdido território apenas em razão da criação do município de Alfredo Chaves (atual Veranópolis) em 1898. Àquela época o município fazia divisa com Santa Catarina ao Norte. Hoje a extensão do município é próxima a 1.300 km², de tal sorte que naquele tempo Lagoa era quase 7 vezes maior em tamanho.


A população, no entanto, era três vezes menor que a atual. Na vila (que hoje chamamos de cidade) a população “é calculada em 1.100 almas e a de todo o município em 10.000”, destaca Hildebrando Fão. Havia na zona urbana “160 casas construídas de madeira e quase todas cobertas de telha”, além de 10 casa de comércio só na vila.


A vila “está assente numa pitoresca colina em suave declive para Oeste, distante um quilômetro de um pontão da serra do Mato Português” e a “810 metros acima do nível do mar”. O Mato Português era um trecho de floresta de poucos quilômetros que compreendida parte da estrada que hoje chega à Passo Fundo, nas proximidades do município de Caseiros, antiga colônia militar. O Mato Português, portanto, ficava próximo às terras onde, na década de 1840, foi fundado por José Ferreira Bueno, Capitão da Guarda Nacional, o povoado que originalmente recebeu o nome de São Paulo da Lagoa Vermelha.


Do ponto de vista político, o autor escreve que estavam registrados 705 eleitores, número que “iria além de 1.000, se os federalistas requeressem as suas inclusões”. Os eleitores registrados eram predominantemente vinculados ao Partido Republicano que dominava a política local a partir do seu chefe, o intendente (atual prefeito) Heleodoro de Moraes Branco. Os federalistas eram os maragatos, derrotados na Revolução Federalista de 1893-1895, e que nos anos 1900 se recusavam a participar das eleições locais em razão de toda sorte de fraudes e manipulações em favor dos republicanos de Borges de Medeiros.


A guerra civil, aliás, é destacava por Hildebrando Fão como um dos fatores que deixaram as “campinas [do município] completamente empobrecidas” para a produção pastoril. “O município foi riquíssimo”, destaca o advogado, falando sobre o gado. Havia, em 1900, no entanto, uma recuperação em razão do “gênio econômico e ativo de seus habitantes” visto que 30.000 “cabeças de animais vacuns, cavalares e muares” haviam sido registrados para pagar seus respectivos impostos.


Os aspectos naturais do município também são sublinhados no texto do Almanak. “A Lagoa Vermelha tem dois terços de seu solo cobertos de matas ubérrimas como sejam as serras do rio Pelotas, da Forquilha e do Mato Português, e um terço de campinas ocupadas com criações”, destaca o advogado Hildebrando Fão. Havia, portanto, matas riquíssimas no município e viáveis economicamente, inclusive. É citado, como exemplo de flora, o pinheiro, ipê, angico, cedro, bugre, dentre outras madeiras tanto para a construção quanto para marcenaria.


Do ponto de vista do clima, ele é classificado como “saudável, como são todos os lugares serra acima”, com “ares de primeira mão e água puríssima. Dentre os minerais destaca-se o basalto, “extraordinariamente abundante”, um pouco de granito e “grande quantidade de cristal e ágatas”. Havia o “cristal branco e o roxo” e a ágata-onyx, a “de mais belo no gênero”.


A fruta mais frequente, a “rainha”, na acepção dada por Hildebrando Fão, era a laranja, seguida por uma variedade de outras que inclui a jabuticaba, lima, maçã, araçá e a uva. E também é sublinhado o grande número de animais, que incluem “o tigre, leão, jaguatirica, anta, paca, bugio, lontra, guará e veados”. Note-se que muitos desses animais simplesmente já não existem mais ou são raros na região de Lagoa Vermelha.


A nota descritiva de Hildebrando Fão, que o leitor pode ler na íntegra logo mais abaixo, finaliza com o que poderíamos classificar como um posicionamento do autor quando ele trata da agricultura. Para ele, da agricultura “depende o verdadeiro engrandecimento” de Lagoa Vermelha “e de outros muitos municípios”.


Sua visão era a de que “o futuro, a real riqueza do Rio Grande está nas suas matas e não nas vastas campinas”. Há um contraponto aqui entre a atividade pastoril e a agricultura. No caso das campinas, elas “irão sendo retalhadas constantemente, de modo que, mui breve, ficarão reduzidas a chácaras as grandes fazendas de criação”. Em um “pedaço de mata de igual tamanho”, no entanto, “a vida é farta e dá para acumular fortuna”. O exemplo utilizado é o dos “colonos nossos vizinhos”, ou seja, os imigrantes italianos da Serra que com pequenas porções de terras estavam desenvolvendo a região.


Hildebrando é claro:


Quando a maioria do povo convencer-se da necessidade do trabalho como sucede aos colonos; quando desvanecerem-se da ilusão de quererem todos ser criadores; quando, enfim, compreenderem que o verdadeiro sossego de espírito e a riqueza estão na lavoura, então, como por encanto, este município se transformará numa mina de prosperidade.

Conforme se sabe, aos poucos a pecuária deixou de ser a principal atividade econômica do município, sendo ultrapassada pela agricultura. Esse esforço de modernização da atividade econômica, e de melhor utilização das terras disponíveis, era compartilhado pelo Partido Republicano e por seu chefe Heleodoro de Moraes Branco, um grande incentivador da criação de colônias italianas no território do município, sendo a mais famosa e rica delas a de Sananduva.


Se você quer voltar ao tempo e descobrir ou redescobrir uma Lagoa Vermelha que em boa medida já não existe mais, não deixe de ler o primoroso texto de Hildebrando Fão datado de março de 1900.



***

Almanak Litterario e Estatístico do Rio Grande do Sul para 1901. pp. 137-139.

Autor: Hildebrando Fão

*O português da época foi ajustado para a língua portuguesa atual como forma de facilitar a leitura do texto escrito em 1900.



Lagoa Vermelha


Serra abaixo consideram este município como sendo um dos mais secundários do estado; é um engano.


Para demonstrá-lo, faremos uma sucinta descrição, pela qual reconhecer-se-á que o município da Lagoa Vermelha possui todos os elementos para, dentro em pouco, tornar-se um dos primeiros da região serrana.


Limites — Divide-se o município ao Norte com o estado de Santa Catarina, pelo rio Pelotas; ao Oeste com o município do Passo Fundo, pelo rio Ligeiro; ao Sul com o de Alfredo Chaves, pelo rio da Prata; e a Leste com o da Vacaria, pelos rios S. Rita e Bernardo José.


Os rios S. Rita e Prata despejam as suas águas no soberbo rio das Antas; o Ligeiro e Bernardo José no majestoso Pelotas.


A área superficial do município é calculada em 200 léguas quadradas (8.712km2) formando a configuração de um quadrilongo.


Este cálculo de 200 léguas quadradas deve ser aceito como mui aproximado da realidade, porque, sobre medições e demarcações de terras, é este um dos municípios mais adiantados do estado, e nele poucas terras restam para serem medidas.


Topografia — A vila da Lagoa Vermelha está assente numa pitoresca colina em suave declive para Oeste, distante um quilômetro de um pontão da serra do Mato Português.


Existem nos limites urbanos 160 casas construídas de madeira e quase todas cobertas de telha.


A população da vila é calculada em 1.100 almas e a de todo o município em 10.000.


O terreno da vila, que fica a 810 metros acima do nível do mar, foi em 1845 doado pelo extinto capitão José Ferreira Bueno, sob condição de ser criada a povoação tendo S. Paulo por padroeiro, condição que foi cumprida.


Este terreno tem a área de 480.000 metros quadrados, como se verifica pela medição e planta da vila, feita há meses pelo hábil profissional Sr. tenente-coronel João Lucio Nunes. Sendo este terreno excessivamente pequeno e de poucos recursos aos habitantes, o honrado intendente Sr. coronel Heliodoro Branco comprou ao Sr. Mariano Pinto, pela quantia de 2:800$000 uma boa parte de terras de campo e matos, unida aos terrenos da vila, compra que trouxe ao patrimônio municipal grandes vantagens.


A nova edificação já demonstra gosto e atende às condições higiênicas.


A intendência funciona na antiga casa da Câmara, que não oferece as comodidades necessárias; acha-se, porém, em começo um edifício próprio, com as dimensões precisas para servir também de quartel e cadeia.


A igreja de material que teve começo há 8 ou 9 anos, teve de ser demolida em consequência da má qualidade do material empregado. Existe, porém, uma igreja regular, construída de madeira a (p. 138 daqui em diante) expensas do respectivo pároco, o venerando ancião Sr. padre Francisco da Silva Carrão.


Instrução — Funcionam na vila duas aulas de instrução primária para ambos os sexos, regidas por duas distintas senhoras. Fora da vila funcionam três escolas.


Se o governo criasse escolas na capela do Barracão, Pontão, Turvo, S. Joaquim e na ex-colônia Caseiros, prestaria à mocidade deste município importantíssimo serviço.


Rendas — O orçamento municipal para o corrente ano atinge a 21:130$000 e a coletoria estadual arrecadou, no ano de 1898, 30:775$723.


Eleitorado — Tem o município 705 eleitores e 177 jurados. O número de eleitores iria além de 1.000, se os federalistas requeressem as suas inclusões.


Comércio — Além das muitas casas com negócio dispersas pelo município, existem 10 na vila, e dentre elas três negociam em alta escala, com capital próprio.


Indústrias e profissões Há na vila 2 alfaiates, 2 ferreiros; 1 sapateiro, 1 marceneiro, diversos carpinteiros, 2 farmácias, 1 funileiro, 1 ourives, 1 curtume, 2 engenhos de serrar madeiras, nas proximidades, movidos por água. Há um agrimensor e 2 advogados provisionados.


A indústria extrativa começa a desenvolver-se com animação; já existem nas margens do rio Pelotas diversos engenhos de moer cana, os quais, posto que ainda muito rudimentares, já produzem algum açúcar, cachaça e rapaduras em regular quantidade. O fabrico do fumo está se tornando um ramo importante de negócio.


Criação — Os campos são de primeira qualidade para a criação pastoril. Neste gênero, o município foi riquíssimo; infelizmente, a última guerra civil deixou as suas campinas completamente empobrecidas.


Graças, porém, ao gênio econômico e ativo de seus habitantes, já foram dados a registro para pagamento do respectivo imposto deste ano 30.000 cabeças de animais vacuns, cavalares e muares.


Clima — É saudável, como são todos os lugares serra acima; ares de primeira mão e água puríssima.


Minerais — São poucas as substâncias minerais aqui. Além do basalto, que é extraordinariamente abundante, encontra-se algum granito. Em compensação, porém, há grande quantidade de cristal e ágatas.


Temos o cristal branco e o roxo, distinguindo-se o da rocha pela linda transparência e regularidade de suas formas.


Em ágatas nem as margens do rio Achates as produziram mais variadas e formosas: a ágata-onyx que aqui temos é o que há de mais belo no gênero.


Madeiras — Riquíssimas são as matas do município em madeiras para construção e marcenaria. Há o pinheiro, ipê, angico, guatambú (página 139 daqui em diante), tarumã, cedro, canelas diversas, louro, sassafraz, bugre e na serra da Forquilha a cabriúva e grapiapunha.


Frutas — A começar pela rainha delas, a laranja, temos a lima, pêra, maçã, jabuticaba, araçá, ananaz, goiaba, marmelo, gabiroba, cereja, nozes, e muitas outras, como a uva, que é excelente.


Animais silvestres — Grande é o seu número: temos o tigre, leão, jaguatirica, gato do mato, anta, capivara, cotia, paca, coati, bugio, macaco, lontra, guará, guarachaim e veados.


Exportação — A principal consiste em animais vacuns, cavalares e muares; couros, cabelos, lã e queijos.


Agricultura — Muito propositalmente deixamos para o último lugar a parte que reputamos a mais importante, maximé porque dela depende o verdadeiro engrandecimento deste, como de outros muitos municípios.


A Lagoa Vermelha tem dois terços de seu solo cobertos de matas ubérrimas como sejam as serras do rio Pelotas, da Forquilha e do Mato Português, e um terço de campinas ocupadas com criações pastoris. A fertilidade destas serras é assaz conhecida: produzem abundantemente milho, feijão, trigo, mandioca, batatas, arroz, fumo, cana e até café.


É incontroverso que o futuro, a real riqueza do Rio Grande está nas suas matas e não nas vastas campinas. Estas, pela lei fatal da morte, irão sendo retalhadas constantemente, de modo que, mui breve, ficarão reduzidas a chácaras as grandes fazendas de criação.


Pois bem: numa chácara de campo a vida é quase impossível, ao passo que num pedaço de mato de igual tamanho a vida é farta e dá para acumular fortuna. Para nos convencermos disto, basta olharmos para os colonos nossos vizinhos.


Quando a maioria do povo convencer-se da necessidade do trabalho como sucede aos colonos; quando desvanecerem-se da ilusão de quererem todos ser criadores; quando, enfim, compreenderem que o verdadeiro sossego de espírito e a riqueza estão na lavoura, então, como por encanto, este município se transformará numa mina de prosperidade.


Os Srs. Correia & Irmãos, empresários em Porto Alegre, compraram, há meses, um quinhão de terras na Serra do Mato Português, distante desta vila 14 quilômetros quinhão que tem 53 km2, tratam de colocá-lo, com o que prestarão um relevante serviço a este município, não só desafiando ao trabalho, como abrindo exemplo a outros muitos proprietários que conservam improdutivas grandes extensões de ubérrimas terras sem nenhuma utilidade para si, para o município e para o estado.


Oxalá encontrem os Srs. Correia & Irmãos imitadores em tão útil iniciativa.


Não devendo abusar do espaço que neste Almanak nos é concedido, nos limitamos ao que fica ligeiramente consignado.


Lagoa Vermelha — Março de 1900


Hildebrando Fão


***

Referências


Almanak Litterario e Estatístico do Rio Grande do Sul para 1901. pp. 137-139. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829447&pesq=%22Jos%C3%A9%20Ferreira%20Bueno%22&pagfis=3831

JORNAL A FEDERAÇÃO. Porto Alegre. Edição do dia 30-06-1904.

JORNAL A FEDERAÇÃO. Porto Alegre. Edição do dia 15-01-1910.



Como citar esse artigo:

DAMIN, Cláudio Junior. "1.100 almas, tigres, leões e água puríssima": a Lagoa Vermelha em 1900. Projeto Lagoa Vermelha Histórica, 28-11-2020. Disponível em https://www.lagoahistorica.com.br/post/1-100-almas-tigres-leões-e-água-puríssima-a-lagoa-vermelha-em-1900 .

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